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Inscrições encerradas para a mesa redonda sobre Investimento Social Privado na Educação
A discussão que pretende problematizar a relação entre o investimento feito por empresas e a busca por uma educação de qualidade preencheu todas as vagas oferecidas
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Eliziane Gorniak
Coordenadora nacional de projetos de educação do Instituto HSBC Solidariedade |
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Devido à grande procura pelas inscrições gratuitas para a participação no 1º Congresso Nós Podemos Paraná, abertas em 21/07, em algumas discussões e mini-cursos, as inscrições já estão encerradas. Este é o caso da mesa redonda que irá discutir Investimento Social Privado em Educação, que encerrou as inscrições no dia 28/07.
Participam dessa mesa, o gerente de projetos do Grupo de Instituições, Estudos e Empresas (GIFE), Fernando Nogueira, como mediador. Além de Fernando, temos também a gerente de projetos sociais da Fundação Bunge, Cláudia Calais e a coordenadora nacional de projetos de educação do Instituto HSBC Solidariedade, Eliziane Gorniak.
A discussão sobre o investimento feito por empresas em educação é importante uma vez que a atuação se dá em quatro grandes áreas: educação regular (melhoria da escola e capacitação dos professores); atividades extracurriculares; apoio à atividade de educação não regular e apoio à família e alunos. O perfil foi traçado a partir de uma pesquisa promovida pelo GIFE, entre seus associados, e que será apresentada durante o 1º Congresso Nós Podemos Paraná. A pesquisa revela que “a maioria dos projetos destina-se à capacitação de professores, produção de material didático, reforma e manutenção dos ambientes escolares e atividades com arte e educação”, explica Fernando Nogueira, mostrando a relação entre empresas e a educação oferecida nas escolas.
Para Cláudia Clais, é importante verificar a relação entre o investimento feito por empresas e as políticas públicas, que norteiam as ações das escolas. “O montante investido em educação é muito grande. Isso demonstra uma preocupação do setor privado em trabalhar em projetos mais profundos”, afirma. Ela ressalta, entretanto, que só o investimento privado não é o suficiente. “A educação tem que ser política de estado, não de governo. O grande problema hoje é que quando os projetos começam a dar resultado, muda o governo e volta-se à estaca zero. Não há um acompanhamento.”
Para Claudia, o grande desafio está relacionado à qualidade do ensino e não ao acesso. Ela acredita que a qualidade está relacionada a três fatores: política de estado, investimento e gestão. “Não basta ter os recursos, é preciso saber aplicá-los, e isso se faz com gestão participativa”, afirma.
Para conferir essa discussão, 50 pessoas confirmaram sua presença e se comprometeram, ao fazer sua inscrição, a serem responsáveis e efetivamente não faltar ao Congresso. Isto porque, como a inscrição é gratuita e as vagas são limitadas, uma inscrição equivocada implica na não-participação de outro interessado. Quem quiser participar dessa discussão e não efetuou sua inscrição pode verificar, no momento da realização da mesa-redonda se alguma pessoa não compareceu. A discussão sobre Investimento Social Privado na Educação acontecerá no dia 07 de agosto, quinta-feira, das 16h30 às 18h30, na sala Herbert de Souza, no piso superior do Pavilhão de Exposições.
Confira outras discussões que acontecerão no 1º Congresso Nós Podemos Paraná.
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